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Em que Língua se Produz Comida |
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Um dos preceitos plasmado na Constituição da República de Moçambique no seu Artigo 9, define ” O Estado valoriza as línguas nacionais como património cultural e educacional e promove o seu desenvolvimento e utilização crescente como línguas veiculares da nossa identidade”.
Sua Excelência, Ministro da Agricultura, José Pacheco, falando num seminário subordinado ao tema O Papel das Línguas Moçambicanas na Comunicação Social e sua Contribuição no Combate à Pobreza, organizado pelo Gabinete de Informação (GABINFO) na Cidade de Maputo.
Segundo o Ministro da Agricultura, a comida é uma entidade poliglota, pois fala todas as línguas que a humanidade usa para se comunicar. Por outras, antes de a humanidade inventar uma língua, a comida já fala essa língua. Esta constatação conduz-nos a revisitar a impotência das línguas nacionais na produção de comida.
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Por despachos separados, Sua Excelência José Pacheco, Ministro da Agricultura, procedeu as seguintes movimentações de quadros de Direcção e Chefia:
I. Cessação de Funções:
Florência A. Massango Cipriano, Direcção Nacional dos Serviços de Veterinária
José António Gaspar, Director Nacional de Extensão Agrária;
Victorino Xavier, Director de Economia;
João Simão Nyaima, Chefe do Departamento de Cooperação Internacional;
Maria da Conceição de Quadros, Assessora do Ministro.
II. Nomeações:
Abdul César Mussuale, Director do Centro de Promoção da Agricultura;
Laurinda João Guila, Directora do Instituto de Formação em Terras e Cartografia;
Gertrudes Muchave, Chefe do Departamento de Coopearação Internacional;
Luis Eduardo Sitoe, Assessor do Ministro.
Maputo, Fevereiro de 2012 |
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PONTO DE SITUAÇÃO SOBRE CHUVAS INTENSAS E EFEITOS DOS CICLONES TROPICAIS “ DANDO” E “FUNSO”
No mês de Janeiro de 2012, o país foi assolado por chuvas intensas acompanhadas de ventos fortes, por um lado devido à passagem da Tempestade Tropical Moderada “ex-DANDO” entre os dias 16 e 18 de Janeiro de 2012, tendo afectado a região Sul do país (Maputo, Gaza e Inhambane) e Ciclone Tropical “FUNSO” entre 18 e 26 de Janeiro de 2012, tendo afectado as regiões Norte (Cabo Delgado e Nampula), Centro (Zambézia e Sofala) e Sul (Inhambane e norte de Gaza), causando inundações e afectando culturas diversas, animais, infraestruturas agrícolas e equipamento diverso.
As inundações igualmente, foram originadas pelas chuvas intensas na África do Sul, o que causou o aumento dos caudais dos rios Incomati, Maputo, Limpopo afectando com mais gravidade, às províncias de Maputo e Gaza na região Sul e Zambézia e Sofala na região Norte.
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