atasehir escort maltepe escort pendik escort maltepe escort alanya escort antalya escort konya escort tuzla escort kartal escort Primeiro Seminário Nacional sobre Escolas na Machamba do Camponês (EMCs)
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Primeiro Seminário Nacional sobre Escolas na Machamba do Camponês (EMCs) PDF Versão para impressão Enviar por E-mail

img_0407A√ā¬†cidade da Beira, Prov√≠ncia de Sofala, acolheu entre os dias 30 e 31 de Julho de 2015,√ā√ā¬†o Primeiro Semin√°rio Nacional sobre Escolas na Machamba do Campon√™s (EMCs). O semin√°rio, contou com a participa√ß√£o de 70 t√©cnicos, da Direc√ß√£o Nacional de Extens√£o Agr√°ria (DNEA), substituto do Director Provincial de Agricultura de Sofala, Chefes dos Servi√ßos Provinciais de Extens√£o Rural de Maputo, Gaza, Inhambane, T√©cnicos do SPER Sofala, Supervisores de Extens√£o de Dondo, Buzi, Cheringoma, SDAE de Buzi, Gorongosa e Cheringoma, Pontos Focais e Facilitadores Mestres das EMCs Prov√≠ncias, t√©cnicos representantes das institui√ß√Ķes do Minist√©rio da Agricultura e Seguran√ßa Alimentar (MASA), (IAM, IIAM, DNSV, DNSA e SETSAN), DINAS e Parceiros de Desenvolvimento (FAO-Roma, Malawi e Mo√ßambique, FIDA, AGHA KHAN, CARE, e CABI/Plantwaise-Malawi e Mo√ßambique).

 

Objectivo Geral

O seminário tinha como objectivo, avaliar o estágio da implementação das EMCs, bem como harmonizar estratégias de operacionalização pelos diferentes parceiros em Moçambique, proporcionar partilha de experiências ligadas ao uso da metodologia de (EMCs) e alcançar consensos que serão partilhados na XXI Reunião Anual de Extensão Agrária.

 

Objectivos Específicos

 

Conhecer o estágio actual de implementação da abordagem no País;

Reflectir sobre quest√Ķes de base que afectam o desenvolvimento da metodologia;

Partilhar informação relevante sobre a implementação da EMCs pelos diferentes actores;

Harmonizar mecanismos de intervenção técnica e metodológica ligada à implementação da EMCs; e

Estabelecer critérios de planificação, monitoria e avaliação, das EMCs.

 

Metodologia de Trabalho

O semin√°rio teve duas partes:

 

Parte I. Experiências de implementação das EMCs e oportunidades identificadas

Esta parte do encontro foi destinada a apresenta√ß√Ķes por parte das institui√ß√Ķes participantes demonstrando o seu capital de EMCs, centrando-se em assuntos espec√≠ficos a serem solicitados de entre um ou mais pontos de reflex√£o propostos. As informa√ß√Ķes decorrentes destas apresenta√ß√Ķes e das discuss√Ķes subsequentes, em plen√°ria, serviram de base de discuss√£o para os trabalhos de grupo no segundo dia do semin√°rio. Para efeito foram constitu√≠dos grupos para a elabora√ß√£o das notas t√©cnicas para elabora√ß√£o da s√≠ntese sobre cada uma das apresenta√ß√Ķes.

As apresenta√ß√Ķes estar√£o relacionadas com os seguintes temas:

Sustentabilidade das EMCs

Financiamento das EMCs

Definição dos Estudos pelas EMCs

Outros temas a serem considerados nas EMCs

Experiência da CABI/plantwise/IIAM

Experi√™ncia de implementa√ß√£o de EMCs em √Āfrica

Evolução e experiência global da FAO e de outros países na implementação das EMCs

 

Parte II. Discuss√£o de Grupos

Esta parte destinou-se √† discuss√£o pelos grupos sobre as quest√Ķes de conte√ļdos previamente elaboradas. Os resultados dos grupos de trabalho foram depois validados na plen√°ria no final da reuni√£o com a s√≠ntese de constata√ß√Ķes e recomenda√ß√Ķes.

 

Secção de Abertura

 

A cerim√≥nia de abertura foi dirigida pelo Director Nacional de Extens√£o Agr√°ria, que em jeito de sauda√ß√£o, desejou boas vindas a todos participantes, lembrando que este foi o primeiro semin√°rio desta natureza, realizado pela DNEA com o apoio t√©cnico da FAO. O Director, referiu no seu discurso que o Plano Estrat√©gico de Desenvolvimento do Sector Agr√°rio (PEDSA) aposta na melhor coordena√ß√£o de todos intervenientes da Seguran√ßa Alimentar e Nutricional onde o MASA atrav√©s da DNEA, promover a dissemina√ß√£o de tecnologias por via de CDR, PITTA, EMC e outras demonstra√ß√Ķes que contribuem para a redu√ß√£o da problem√°tica de pobreza e Seguran√ßa Alimentar e Nutricional.

Reconhecendo a import√Ęncia das EMCs, o Director apelou aos participantes no sentido de participar activamente nas discuss√Ķes subsequentes por forma alcan√ßar os objectivos do semin√°rio. Enfatizou para os presentes que uma das formas de massificar a metodologia foi com fundos do Projecto de Apoio ao PRONEA (PSP) em 2013 retomou a capacita√ß√£o de facilitadores mestres (facilitadores de facilitadores), em 2014 facilitadores t√©cnicos/extensionistas em todas prov√≠ncias.

 

Sess√£o de apresenta√ß√Ķes

 

Ap√≥s o discurso de abertura, seguiu-se a contextualiza√ß√£o feita pelo Chefe de Departamento T√©cnico da DNEA, que de forma sum√°ria, recordou aos participantes os prim√≥rdios, evolu√ß√£o dos Servi√ßos de Exten√£o P√ļblica (T&V, T&Vmodificado) e hoje EMC.

Referenciou ainda, que a extens√£o p√ļblica para al√©m de EMCs assiste tamb√©m diferentes grupos de produtores nas associa√ß√Ķes, dispersos e alunos das escolas prim√°rias - EP1, EP2 e Centros Internatos. O n√ļmero de produtores assistidos nos √ļltimos tempos tem registado um crescimento aceit√°vel, devido ao uso eficiente de produtores de contacto na metodologia campon√™s a campon√™s/EMC (F2) bem como a Contribui√ß√£o dos parceiros atrav√©s de projectos de apoio aos produtores (SEAG) ‚Äď TICs como tamb√©m se pode justificar que seja pelo refor√ßo em meios de transporte e equipamento para os extensionistas o que os torna mais motivados.

Em seguida, a ponto focal das EMCs da DNEA apresentou o estágio actual das EMCs, enaltecendo a implementação do programa DNEA/PSP com os 20 faciliatadores mestres formados no ano 2013, o estabelecimento de 58 EMCs nos distritos de intervenção do PSP das quais 18 EMCs financiadas e em beneficio de cerca 600 camponeses.

Actualmente o Pa√≠s conta com um total de 816 EMCs, beneficiando 19000 camponeses, n√ļmero este que √© resultado da colabora√ß√£o dos parceiros de implementa√ß√£o, nomeadamente: FAO (Manica, Sofala, Zambezia, Tete, Nampula e Gaza, CARE Mo√ßambique (Nampula e Inhambane), AghaKhan em (Cabo Delgado), ACID-VOCA (Maputo Provincia) e IAM (Nampula).

Seguiram-se as apresenta√ß√Ķes em blocos onde cada apresentador partilhou suas experiencias no √Ęmbito da implementa√ß√£o, financiamento, impacto, sustentabilidades e constrangimentos enfrentados na implementa√ß√£o das EMCs dentro e fora do pais, bem como os resultados de experiencias com outros temas como √© o caso do movimento global sobre nuti√ß√£o, seguran√ßa alimentar e mudan√ßas clim√°ticas.

Das apresenta√ß√Ķes feitas, ficou patente que EMC √© uma metodologia que promove a intensifica√ß√£o produtiva, rent√°vel e adapt√°veis ao clima, proporciona o aumento da produtividade e retornos sobre o investimento por parte dos agricultores. No tocante a sustentabilidade das EMCs, estas contribuem na promo√ß√£o de sistemas agr√≠colas sustent√°veis ‚Äč‚Äčque abordam impactos clim√°ticos e ambientais baseados em ecossistemas saud√°veis, impulsionado por institui√ß√Ķes e pol√≠ticas est√°veis, ‚Äč‚Äče duradouras, com base em investimentos sociais e econ√≥micos ‚Äč‚Äčque priorizam a repara√ß√£o da desigualdade de g√©nero na agricultura.

Esta metodologia, promove resultados equitativos na agricultura de pequena escala, pois garante o direito à alimentação e outros direitos para os mais vulneráveis, permitindo igualdade de acesso às oportunidades, recursos, serviços e benefícios para as mulheres e homens agricultores, promove o acesso a alimentos nutritivos a preços acessíveis para trabalhadores agrícolas, consumidores rurais e urbanos.

Primeiro dia do Semin√°rio

Constata√ß√Ķes Especificas:[HP1]

O programa Clínicas de Plantas esta ser implementado com sucesso, visto que o sistema das clinicas contribui para o aumento da cobertura da rede de extensão, dai que há necessidade de se dar suporte, investir mais na componente de acesso a tecnologia por parte dos técnicos que estão envolvidos no programa;

Para o Futuro este programa contará com laboratórios para suprir as necessidades complementares.

A ausência de lojas agrarias nas comunidades rurais tem sido constrangimento por parte dos produtores devido as dificuldades que eles enfrentam na aquisição de pesticidas deste modo, há necessidade de expandir as clinicas para mais outros locais do Pais;

Ausência de interacção do programa de clínicas de plantas com os outros interessados como e o caso de provedores de insumos;

Estudos revelam que cerca de 44% de mulheres participam do programa de EMCs, para o caso da província de Maputo as mulheres são as que mais vão a machamba, deste modo nota-se maior envolvimento da mulher nas EMC's;

Alguns membros, adoptaram as tecnologias aprendidas nas EMC's, pois a t√©cnica permite que as produ√ß√Ķes sejam baseadas em algum estudo, como √© o caso da fertilidade de solo, controle de pragas e doen√ßas.

No √Ęmbito da implementa√ß√£o das EMCs, o Movimento Global de Seguran√ßa Alimentar e Nutri√ß√£o, trabalha na componente de mitiga√ß√£o da pobreza na prespectiva de prote√ß√£o social e igualdade no acesso a terra/recursos para uma agricultura sustent√°vel.

Por forma a dar suporte aos programas de EMCs, o MDG1 num futuro próximo, ira focalizar-se na componente de planificação, fortalecimento das equipas de facilitadores bem como na criação de novas parceirias de implementação.

Com fundos próprios e apoio de parceiros, a fundação Aga Khan na provincia de Cabo-Delgado faz a implementação da metodologia das EMC's, procura assim resolver problemas ligados ao ataque de elefantes nas machambas dos produtores, bem como aspectos ligados com a fertilidade de solos e Insegurança alimentar.

Recomenda√ß√Ķes Especificas

Os intervenientes da EMCs devem garantir que no processo de implementação da metodologia não haja promessa e nem financiamento direito de valores monetários ás EMC's mas sim em insumo. (Gaza)

Recomenda-se maior investimento na componente de capacitação de técnicos ligados ao programa de clinicas de plantas de modo a que estes possam responder com a demanda de informação.

O Plant Clinic junto das DPAs devem criar mecanismos no sentido de promover reciclagens técnicas, bem como investir em meios de comunicacao como internete que possam facilitar as pesquisas dos técnicos no programa.

Pelo sucesso que o programa está tendo na sua implementação recomenda-se a sua expansão para mais pontos do pais.

Constata√ß√Ķes Gerais

A EMC, √© uma metodologia que permite maior n√ļmero de produtores assistidos em rela√ß√£o a assist√™ncia (campon√™s a campon√™s), garantindo o desenvolvimento de capacidades na observa√ß√£o, an√°lise, troca de experi√™ncias e experimenta√ß√£o sistem√°tica;

A contextualização histórica feita e o estagio actual das EMC, encoraja os participantes a pensar na consolidação e deste movimento valioso iniciado em todo o Pais.

Com fundos próprios e de parceiros, fundação AGKAN procura através das EMC's resolver problemas ligados ao ataque de elefantes nas machambas dos produtores, fertilidade de solos e Insegurança alimentar em Cabo-Delgado.

Há maneiras diferenciadas na percepção e interpretação da metodologia das EMCs;

Muitos s√£o os desafios prevalecentes nas fontes e mecanismos de acesso de financiamento das EMC;

Recomenda√ß√Ķes Gerais

Recomenda-se que haja um fortalecimento das sinergias entre parceiros de extens√£o de modo a garantir a complementaridade das interven√ß√Ķes entre os Servi√ßos P√ļblicos, Sector Privado, ONGs, Ag√™ncias de Desenvolvimento e produtores na implementa√ß√£o do PEDSA.

Todos osintervenientes de implementação das EMCs, devem prestar apoio as EMC's no caso destas se transformarem em associação, garantindo deste modo o financiamento de micro-projectos das EMC's graduadas.

Deve haver um sistema dePlanifica√ß√£o, implementa√ß√£o, monitoria e avalia√ß√£o conjunta a n√≠vel dos intervenientes de implementa√ß√£o das EMCs de modo a coordenar as ac√ß√Ķes de impacto e partilha de informa√ß√£o.

No acto da implementação da metodologia de EMCs deve haver seriedade/rigorosidade por parte dos técnicos na selecção dos facilitadores das EMC's.

Recomenda√ß√Ķes Gerais

Recomenda-se que haja um fortalecimento das sinergias entre parceiros de extens√£o de modo a garantir a complementaridade das interven√ß√Ķes entre os Servi√ßos P√ļblicos, Sector Privado, ONGs, Ag√™ncias de Desenvolvimento e produtores na implementa√ß√£o do PEDSA.

H√° necessidade de fortalecer sinergias entre parceiros de extens√£o com objectivo de garantir a complementaridade das interven√ß√Ķes entre os Servi√ßos P√ļblicos, Sector Privado, ONGs, Ag√™ncias de Desenvolvimento e produtores na implementa√ß√£o da metodologia das EMCs, evitando sobreposi√ß√Ķes entre os implementadores.

Todos os actores de implementação das EMCs, devem apoiar as EMC's no caso destas se transformarem em associação, garantindo deste modo o financiamento de micro-projectos das EMC's graduadas.

Deve haver um sistema de planifica√ß√£o, implementa√ß√£o, monitoria e avalia√ß√£o conjunta a n√≠vel dos intervenientes de implementa√ß√£o das EMCs de modo a coordenar as ac√ß√Ķes de impacto e partilha de informa√ß√£o.

No acto da implementação da metodologia de EMCs deve haver Seriedade/rigorosidade por parte dos técnicos na selecção dos facilitadores das EMC's.

A componente de formação dos extensionistas/facilitadores das EMCs deve ser prioritário e periódico, dai que recomenda-se para que se observe este aspecto com mais ceriedade;

Na prespectiva de dar suporte as EMCs, recomenda'se que devem ser criadas Redes de EMC Regionais sob liderança da FAO como forma de criar uma ligação entre profissionais de EMC ao nível regional.

Para uma boa coordenação e harmonização da abordagem de EMCs, há necessidade de se criar Redes de EMC Regionais de modo a garantir a coordenação, apoio de actividades e qualidade das EMCs.

A componente de formação dos extensionistas/facilitadores das EMCs deve ser prioritário e periódico;

Desafios específicos do MDG1

- Produtores a partir de EMC aprenderem a manejar a complexidade do agro-sistema e tornarem-se experts na análise do sistema agro-ecológico

-Produtores fazerem as melhores escolhas para aumentar a resiliência e sustentabilidade através da análise do sistema agro-ecológico (ASAE)

H√° Desafios emergentes

Qualidade de aprendizagem fortemente dependentes do facilitador ainda com compromissos sobre o desenvolvimento das capacidades

Tempo insuficiente dedicado para o términus do período de aprendizagem (ciclo)

Falta de espa√ßo e inova√ß√£o por parte das instituc√Ķes para acomodar adapta√ß√Ķes √° mudan√ßa a crescente diversidade

Tendência a simplificação nas curriculas, fazendo má qualidade

Muito focada em produção secundando outros aspectos da vida (renda, nutrição, mercados)

Tendência a elevar expectativas desnecessárias que não podem ser sustentadas

Tendência a usar uma EMC para tudo

Segundo dia do Semin√°rio ( Resultam dos trabalhos de Grupo)

CONSTATA√á√ēES E RECOMENDA√á√ēES GERAIS

Em rela√ß√£o a reflex√£o sobre os temas de trabalho de grupo foram apresentadas constata√ß√Ķes e recomenda√ß√Ķes conforme indicado:

TEMA1. Desenho do Currícula actual, e novos temas a incluir na implementação das EMC

Constata√ß√Ķes

Levantamento de Base da zona atrav√©s do Diagn√≥stico R√°pido Participativo Identifica√ß√£o e prioriza√ß√£o cultura, por elei√ß√£o atrav√©s de voto secreto (Import√Ęncia e problemas)Insufici√™ncia de conhecimento e dom√≠nio da metodologia por parte dos facilitadores, dificulta a identifica√ß√£o e prioriza√ß√£o dos problemas. Aspectos socio-culturais das comunidades na receptividade da metodologia;

Estabelecimento e implementação e formação dos órgãos sociais das EMC

Identifica√ß√£o da comunidade, seguido do encontro com entidades locais para divulga√ß√£o da metodologia, reuni√£o com a comunidade para apresenta√ß√£o da metodologia, auto ‚Äď selec√ß√£o dos membros interessados e constitui√ß√£o do grupo e a devida explica√ß√£o das fun√ß√Ķes e tarefas de cada responsabilidadeAtrav√©s do processo de vota√ß√£o dos membros da E.M.C elei√ß√£o do ( Presidente, secretario e tesoureiro).

Planificação , implementação, monitoria e avaliação

Planifica√ß√£o √© de forma participativa (membros com ajuda do facilitador) elaboram o plano de sess√Ķes √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† de implementa√ß√£o nas parcelas de estudo, por meio de discuss√Ķes tomam-se as decis√Ķes para resolu√ß√£o do problema identificado. Monitoria na EMC acontece internamente em todas sess√Ķes, usando a ferramenta faz-se avalia√ß√£o comparando-se ao planificadoAvalia√ß√£o √© feita, pelo n√ļmero de √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† adoptantes das tecnologias aprendidas e implementadas nas machambas individuais, aumento da produtividade e produ√ß√£o pelos membros, melhoria da dieta alimentar e nutricional dos agregados familiares e aumento dos rendimentos nos praticantes da metodologia

Recomenda√ß√Ķes

Incluir como novos temas nas EMC, agro-processamento, educa√ß√£oo nutricional e poupan√ßa e cr√©dito rotativo, associativismo, mudan√ßas clim√°ticas, lei de terra, agroneg√≥cio, p√≥s- colheita e manter os assuntos transversais (HIV/SIDA e G√©nero)Capacita√ß√£o efectiva e peri√≥dica dos (reciclagens) para os facilitadores a todos n√≠veis ;Rigorosidade nos criterios de √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† selec√ß√£o de facilitadores para as EMCs

Fortalecimento da capacidade instituicional a todos os niveis (planifica√ß√£o, implementa√ß√£o, monitoria e avalia√ß√£o das EMCs);Melhorar o √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† envolvimento e cometimento das autoridades locais (DNEA, SPER, SDAE, Lideres comunit√°rios e ONGs), por forma a melhorar as condicoes materiais para os facilitadores a todos n√≠veis( transporte, combustiveis e comunica√ß√£o);Planifica√ß√£o do n√ļmero de EMCs √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† e or√ßamento necessario para inclusao no PES a todos n√≠veis como forma de garantir √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† insumos/financiamento para as EMCsCriar-se Redes de facilitadores e de EMCs

A DNEA, deve :

Assumir o seu papel de coordenador, monitor e avaliador da Metodologia;Formar um n√ļcleo de EMCs na DNEA, credenciando os formadores e potenciando os pontos focais a todos n√≠veis;Harmonizar a implementa√ß√£o da metodologia entre os diversos actores, padronizar os instrumentos /manuais EMCs( revendo os manuais que incluem a metodologia) ; Refor√ßar as forma√ß√Ķes/capacita√ß√Ķes e selec√ß√£o de facilitadores de todos os actores

Tema II

Financiamento e sustentabilidade das EMC

Constata√ß√Ķes

O grande desafio em relação ao financiamento verifica-se ao nível Institucional e do produtor.

a)Institucional

Falta de um Plano de Ac√ß√£o NacionalInsufici√™ncia de facilitadores t√©cnicos formados Dificuldade de √ā√ā¬† √ā√ā¬† √ā√ā¬† recursos para os facilitadores t√©cnicos durante a desloca√ß√£o para assist√™ncia;Falta de harmoniza√ß√£o na aloca√ß√£o dos recursos havendo sobreposi√ß√£o dos intervenientesAtraso na disponibiliza√ß√£o de recursos

b)Produtor

Baixo nível de alfabetizaçãoFalta/difuculdades de documentos pessoais

Em relação a aquisição, processo de mobilização de fundos

Aquisição de fundos pode ser via Orçamento do Estado e parceiros, comparticipacao do grupo (em bens e/ou dinheiro e rendimentos), grupos de poupança, Orcamento de investimento (Pagamento directo e compra de insumos) e ONG's, através da planificação a vários níveis, priorizando a implementação da metodologia de EMCs a nível da extensão nos respectivos planos de actividades anuais.

Principais dificuldades enfrentadas na obtenção de fundos nas EMCs

Complexidade de requisitos para a obten√ß√£o dos fundos para a implementa√ß√£o das EMCs, por falta Falta de documentacao dos beneficiarios para tratar diferentes processos burocr√°ticos e fraco cometimento de alguns respons√°veis das institui√ß√Ķes para procedimentos para pagamentos via e-SISTAF (3 cota√ß√Ķes, NUIT, conta bancaria, pagamentos singulares).

Fraca cobertura dos serviços financeiros e autoridade tributária

N√£o alinhamento entre os programas das institui√ß√Ķes estatais e parceiros

Gestão e Sustentabilidade das EMCs (formação dos órgãos sociais)

De forma Participativa (eleição dos orgaos, concorrem todos e opta-se mais por aqueles que sabem ler e escrever. Os homens predominam, especialmente nos grupos com mulheres), Por liberdade do grupo (afinidade, confiança, interesse comum)

Planificação, implementação, monitoria e avaliação das actividades da EMCs

A planifica√ß√£o √© de forma participativa em fun√ß√£o das prioridades definidas pelos membros das EMC com apoio do facilitador, fazem o diagnostico para prioriza√ß√£o dos problemas e levantamento das necessidades, procurement, desenho do curriculo, cronograma das actividades, para implementa√ß√£o da EMC, com envolvimento de parceiros para os topicos especiais;A monitoria interna, tamb√©m de forma participativa √© realizada com base na escada metodol√≥gica (AESA/ASAE) e a externa dependente das EMCA avalia√ß√£o atrav√©s dos dias de campo, reuni√Ķes de presta√ß√£o de conta, avalia√ß√£o do desempenho da EMC

Vantagens

Maior abrangencia de benefici√°rios, dom√≠nio dos membros da EMC de t√©cnicas de produ√ß√£o (redu√ß√£o das perdas e aumento da produ√ß√£o e produtividade), autoconfian√ßa no futuro para guiar o seu pr√≥prio processo de aprendizagem Indetificar, priorizar, propor solu√ß√Ķes, testar e tomar decis√£o.

Desvantagens

Metodologia e cara (custo institucional) para treinamento de facilitadores a implementação das EMCs qundo por via financiamento de conta bancária do grupoFalta de capacidade financeira e de gestão para a aquisição do pacote tecnológico para os graduados e mantutenção dos grupos motivados;

Argumento sobre o formato da metodologia das EMCs actuais no contexto de Moçambique

O formato não é adequado, devido a complexidade dos processos administrativos para desembolso e prestação de contas dos recursos financeiros, apesar de ser flexível e apropriada para os produtoresFalta de harmonização da metodologia ao nivel do pais. Cada interveniente percebe e implementa a sua maneira.

Ac√ß√Ķes de seguimento p√≥s gradua√ß√£o das EMCs

O grupo pode decidir (para concorrer para os fundos para microprojectos; formar associacoes, replicas, continuar no grupo para a solucao de outros problemas que prevalece.

Elaboração e implementação de um micro-projecto para os membros da EMC a ser implementado de forma individual ou em grupo

Apoio técnico aos graduados

Identificação de novos facilitadores

Monitoria e avaliação da adopção das metodologias pelos graduados

Recomenda√ß√Ķes

Para melhor monitoria das actividades, deve-se tamb√©m adoptar internamente reuni√Ķes trimestrais entre os membros das EMC;

Para monitoria externa, a DNEA deve assumir a liderança na coordenação, monitoria e avaliação das EMCs.

Treinamento de facilitação da metodologia EMc nos curso de admissão da extensão e fazer parte do curriculo das escolas agrárias, para apropriação dos futuros concorrentes a extensionistas.

Assistência técnica, monitoria, planificação conjunta, apoio financeiro em materiais/ insumos

Haver Incentivos para os camponeses de contacto/facilitadores camponese (kit de bicicletas e outros);

Parar-se com o financiamento monetário para as EMCs, apoiando com insumos e materiais necessário para a implementação da metodologia

Para melhor coordenação entre os actores de extensão por forma a harmonizar e padronizar a metodologia das EMCs em Moçambique de haver

Forum nacional anual, Foruns provinciais semestrais e Forum distritais semestrais se aplicavel

Plano de acção nacional

Planificação conjunta a partir da base (provincial e distrital) para fácil uniformização da metodologia

Inserir EMC no REPETEs provinciais;

Treinar novos mestres (meta 1 mestre/distrito);

Treinar mais facilitadores.

[HP1]Dr¬™ Regina, agrade√ßo a tua equipa pelo esfor√ßo. O meu Comentario geral, mesmo antes de uma leitura atenta do relat√≥rio, proponho que voltes a sentar com dois ou 3 colegas que estiveram na Beira e construam uma MATRIZ onde ter√£o uma COLUNA de CONSTATA√áOES e outra COLUNA correspondente de RECOMENDA√áOES. Este formato vai facilitar a analise das quest√Ķes bem como o seu seguimento. Este coment√°rio aplica-se para todas as constata√ß√Ķes e recomenda√ß√Ķes aqui arroladas. Se este trabalho for feito cuidadosamente, poder√£o verificar que algumas das constata√ß√Ķes e recomenda√ß√Ķes est√£o contidas ou impl√≠citas noutras podendo-se desta maneira decidir-se pela supress√£o das que parecem com sentido repetido.

 

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A Direc√ß√£o Nacional de Extens√£o Agr√°ria Discute Melhoria dos Servi√ßos em √Āfrica

A DNEA realizou entre os dias 18 e 19 de Fevereiro passado um semin√°rio sobre os Servi√ßos de Extens√£o e Assist√™ncia T√©cnica em Mo√ßambique, cujo objectivo do encontro visou o fortalecimento dos servi√ßos de extens√£o e assist√™ncia t√©cnica agr√°ria e partilhar ac√ß√Ķes desenvolvidas para o estabelecimento de um F√≥rum Nacional sobre os Servi√ßos de Extens√£o e Assist√™ncia T√©cnica Agr√°ria.

Veja:

Experiências do AFAAS

Estabelecimento de Plataformas Nacionais

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