MINAG Homenageia Presidente da República com Título de Campeão da Revolução Verde Versão para impressão

pr01Em reconhecimento do papel que o Presidente da República desempenhou no desenvolvimento do sector agrário em Moçambique, com destaque para os programas, projectos e planos, bem como incentivos e intervenções certas, as consideradas visionárias e iluminadas por si orientadas para o aumento de produção e produtividade agrária e integrada que incluía a produção de alimentos, nomeadamente cereais e leguminosas, oleaginosas, raízes e tubérculos, pecuária de entre bovinos, caprinos, ovinos, suínos e galináceos, a gestão sustentável da flora e fauna, bem como a produção de produtos de exportação como o algodão, caju e o açúcar e ainda a transformação desses produtos para que sirvam aos interesses nacionais e internacionais de forma acrescentada.

 

Sublinhou ainda que Moçambique com a direcção de Sua Excelência Presidente da República destacou as culturas de feijão  que atingiu o mercado da índia, bem como o gergelim na China e Japão, a banana para alguns países de África, Médio Oriente e o Japão e das florestas, acrescentando-se o valor comercial dos produtos florestais, nomeadamente os parques, portas, janelas, mobiliário de qualidade competitiva nos mercados nacionais, regional e internacional.

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O Ministro da Agricultura ao homenagear o Chefe do Estado, afirmou que a agricultura moçambicana apresenta diversificada e gera culturas que inequivocamente substituem as importações e por outro lado geram novos produtos de exportação.

 

Referiu ainda que o sector que dirige, está a melhorar a qualidade do algodão, caju e açúcar e ainda há espaço para oportunidades de trabalho. foi no mandato de Armando Emílio Guebuza que iniciativas marcas indelével como a Revolução Verde, Plano de Acção para a Produção de Alimentos, Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário, Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário, Estratégia de Investigação, de sementes, Regulamento da Taxa de Exploração da Madeira e Revisão da Lei de Terras, p programa de lançamento da campanha agrária com cerimónias centrais, presidida pelo Presidente da República.

 

Mereceu destaque que nas últimas cerimónias de lançamento das campanhas foi introduzida a distinção daqueles que desenvolveram mais a agricultura cujas categorias são a seguir descritas: Melhor Produtor, Produtora, Jovem Agricultor, Extensionia, investigador e por último aos jornalista (Rádio, Televisão e Imprensa Escrita).

 

A nível internacional, o Ministro da Agricultura destacou o importante contributo para a Segurança Alimentar e Nutricional a nível da CPLP, afirmando que esta agenda tenha alcance nas prioridades como desenhado na Conferência de Dili, Timor Leste.

 

As crianças da Escola Primária Completa de Cateme, dirigiram uma palavra de apreço ao Presidente da República, destacando a iniciativa presidencial "um aluno uma planta nova por ano" que segundo elas dotou-lhes de um amor pela terra e pelas plantas.

 

O representante dos líderes comunitários associando-se ao gesto solene, destacou a iniciativa "um líder uma floresta comunitária nova" que estabeleceu cerca de trinta e três mil, oitenta e duas florestas comunitárias em todo o País, contribuiu para reverter o desflorestamento que se agudiza dia a dia e por outro lado devolveu a dignidade da liderança comunitária.

 

O representante dos produtores, destacou o ensinamento obtido da Governação de Armando Emílio Guebuza, pela sua focalização e atenção na importância do papel do produtor familiar como combatente de vanguarda na luta contra a pobreza, garantia da segurança alimentar e nutricional, da melhoria das fontes de rendimento, gestão de recursos naturais, da protecção do meio ambiente e social e promoção de desenvolvimento económico e social sustentável.

 

O Ministro da Agricultura, José Pacheco referiu que, todas as transformações do sector agrário como um todo e o MINAG em particular só foi possível graças a visão e assertiva liderança do Presidente da República.

 

Nesta homenagem foram entregues ao Presidente da República, um cajado que simboliza o campeão da Revolução Verde, uma bengala como símbolo de continuar a inspirar na agricultura, uma mala para guardar as memórias da agricultura, um mapa de Moçambique, os produtores ofereceram um casal de cabritos, um saco de semente de milho, um saco de semente de arroz, um saco de semente de feijão vilgar, um saco de semente de algodão, vinte quilos de gergelim, um saco de inhame, batata-doce de polpa alaranjada, um kit de sementes de hortícolas, 50 plantas de florestas nativas, 50 Kg moringueira, 6 sacos de mel e um quadro fotográfico da floresta comunitária.