Na Abertura da Primeira Reunião de Mecanização Agrária Versão para impressão

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Dirigindo-se aos participantes, o timoneiro da Agricultura e Segurança Alimentar, José Pacheco, referiu que a realização da primeira Reunião Nacional de Mecanização Agrária, no Município da Namaacha no dia 5 de Março de 2015, constitui um momento previlegiado para reflexão coordenada entre os vários intervenientes da cadeia produtiva agrária sobre o que considerou, o nível de desempenho da produtividade agrária, a sustentabilidade do processo produtivo com base na tecnologia actualmente utilizada predominantemente baseada na enxada de cabo curto e ainda a importância da mecanização na actividade pós-colheita, processamento e conservação de produtos agrários.

Por outro lado, é também uma ocasião de partilha, análise e aprimoramento dos instrumentos de orientação estratégica e de operacionalização dos cinco pilares consubstanciados no Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Sector Agrário e do respectivo Plano de Investimentos (PEDSA).

Exortou aos participantes para que as Discussões sobre a mecanização fossem alinhados numa perspectiva macro desde a preparação de terra, sementeira, sacha, rega (com moto/electrobombas), colheita, processamento, empacotamento, conservação, transporte dos campos de produção, até a distribuição e/ou comercialização.

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A Mecanização deve no entanto ser extensiva à maquinaria e equipamento associado à avicultura (alimentação e limpeza), recolha e empacotamento de ovos, colecta de leite, alimentação do Gado e melhoria das condições das casas de matança até ao processamento de carnes.

O programa de mecanização a ser implementado a escala nacional, sublinhou que será suportado por cerca de 47 Centros de Prestação de Serviços previamente identificados pelo Governo, como uma das medidas para galvanizar os polos de desenvolvimento previstos no PEDSA.

Segundo o Ministro da Agricultura e Segurança Alimentar, com este "ponta-pé de saída" dado pelo Governo de Moçambique, aliás, pretende-se, perspectivar a participação massiva do sector privado já consolidado e paulatinamente aos produtores emergentes na operacionalização e

funcionamento sustentável destes Centros.

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